Terça-feira 17 de Setembro de 2019
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Igreja algarvia comprometeu-se numa maior valorização do Domingo

Com a participação de 325 membros da Igreja diocesana, entre Bispo, Bispo Emérito, presbíteros, diáconos, consagrados e leigos, o Congresso Eucarístico teve o mesmo tema do Sínodo dos Bispos em Roma – “A Eucaristia, fonte e cume da vida e missão da Igreja” – e constituiu um “momento de singular esperança”. Ao longo dos dois dias, os congressitas reflectiram, celebraram e manifestaram publicamente a sua fé. Como afirmou o padre Carlos de Aquino na celebração eucarística de encerramento, “animados pelo dom da fé robustecida pelo encontro com Jesus-Eucaristia, os congressistas apresentaram, nas suas conclusões, alguns desafios que, esperam, possam ser fermento de renovação nas comunidades algarvias”. Os desafios expressos nas conclusões do Congresso (publicados na página 3) passam sobretudo pela “maior valorização do domingo como Dia do Senhor”, pela “vivência intensa da escuta da Palavra”, pela “vivência de cada vocação na diversidade de ministérios e serviços”, pela “valorização da dimensão contemplativa da Eucaristia”, pela “valorização da família como comunidade insubstituível de vida e de amor, o­nde se aprende os afectos e a ternura de Jesus Eucaristia”, pela “promoção de uma caminho de diálogo e de abertura com os jovens”, pela “valorização da caridade” e pela “aceitação em viver a santidade como dom e chamamento”. “A Aliança nova é eterna porque firmada no altar que é o próprio Corpo de Cristo” afirmou o pe. Mário de Sousa Coube ao padre Mário de Sousa, docente do ISTE – Instituto Superior de Teologia de Évora, a primeira conferência do Congresso. Tendo-se debruçado sobre o tema “A Eucaristia: da Páscoa Judaica à Ceia do Senhor”, o sacerdote algarvio tornou claro aos presentes a relação entre o memorial da Páscoa que os judeus celebravam, recordando a Aliança do Sinai, e a Eucaristia instituida por Jesus na Ceia que celebrou com os discípulos. Começando por se referir à Páscoa Judaica, “memorial marcado pela antiga Aliança”, afirmou tratar-se do cumprimento de “um mandato de Deus”. “O pecado era como que um despedaçar da Aliança do Sinai e a imolação do cordeiro iria servir para religar e restaurar esse pacto de sangue estabelecido entre Deus e Moisés”, complementou. Referiu-se ao contexto litúrgico do “memorial” e descreveu os gestos, momentos e símbolos do ritual da Páscoa Judaica, relacionando-os com os gestos realizados na celebração da Eucaristia, tendo sublinhado de forma particular alguns deles. O padre Mário de Sousa salientou o primeiro gesto introduzido por Jesus na Última Ceia, em relação ao ritual da Páscoa celebrada pelos judeus: o lava-pés. Destacou de igual forma o momento da degustação das ervas amargas. “Jesus oferece a Judas a erva amarga, normalmente oferecida ao filho mais querido”, afirma, justificando o realce. Também o momento da terceira taça de vinho mereceu uma particular referência, pois “está muito unido à acção de graças”. “Parece ter sido neste ‘cálice de bênção’ que Jesus dá um sentido novo à Ceia”, disse. Aludindo à Páscoa da nova Aliança estabelecida por Deus, por meio de Jesus, com toda a humanidade, o sacerdote esclareceu que “já não se trata agora de comer a Páscoa, mas de sacrificar a Páscoa”. “Jesus, utilizando o memorial da Aliança do Sinai, transforma-lhe totalmente o sentido”, disse. “Cristo dá um sentido novo ao pão e ao vinho, mas não fala do cordeiro. A Páscoa de Jesus não acaba na Ceia, mas apenas começa”, afirmou o sacerdote, salientando que “a Ceia Pascal de Jesus não tem cordeiro porque o Cordeiro Pascal é Ele mesmo”. “Trata-se de uma Aliança nova que é eterna porque firmada no altar que é o seu próprio Corpo”, acrescentou, lembrando a propósito, um aspecto do relato do Evangelista João. “A referência à “hora sexta” – hora em que se começavam a imolar os cordeiros para as Ceias Pascais das famílias – enquadra toda a Paixão de Cristo”, “Cordeiro para sempre imulado, mas também para sempre eternamente vivo”, afirmou. A terminar, o docente do ISTE concluiu que “é no conceito de memorial, ligado ao passado da antiga Aliança, que reside o significado mais profundo da Eucaristia”. Lembrando que “para acontecer uma aliança é preciso o segundo interessado”, o padre Mario de Sousa salientou a importância do carácter comunitário do pacto a estabelecer com Deus. “Quando nos reunimos em comunidade, Deus envolve-nos na sua temporalidade. É hoje que Ele estabelece connosco a aliança eterna. Recordar, no conceito liturgico, significa tornar presente hoje o que aconteceu há muitos anos atrás, trazer ao centro da pessoa o passado salvífico. Torna-se portanto necessário responder, hoje individual e pessoalmente a esta aliança numa dimensão comunitária”, disse. “A Igreja celebra a Eucaristia para que nos tornemos o seu corpo místico e eclesial” afirmou o cón. Luís Manuel da Silva O cónego Luís Manuel da Silva, pároco da Sé de Lisboa, a quem coube tratar o tema “A Liturgia da Eucaristia” proferiu a segunda e última conferência do primeiro dia do Congresso. Detendo-se com maior detalhe na “Oração Eucarística, memorial do Mistério de Fé”, o sacerdote começou por afirmar que “toda a celebração da Eucaristia converge para a oração Eucarística”. A intervenção do cónego Luís Manuel procurou analisar a estrutura da oração Eucarística nos diversos momentos que a constituem. Do diálogo à doxologia, passando pelos momentos do prefácio, santo, depois do santo, relato da Última Ceia, anamnese, oblação, apresentação dos dons e primeira e segunda epicleses, todas as partes da Eucaristia mereceram uma análise detalhada por parte do ponente que procurou ajudar os congressistas a melhor entenderem o memorial da Ceia, instituida por Cristo como “afirmação de fé, louvor dirigido ao Pai centrado na história da Salvação, aclamação que reconhece a santidade de Deus, cumprimento da vontade de Cristo e oferecimento ao Pai”. O conferencista sublinhou que “não é a comunidade que se desloca há 2000 anos, antes torna presente e actualiza a Páscoa de Jesus”. “O mistério Pascal torna-se presente na comunidade pela força do Espírito Santo. A força salvadora do Pai vai-nos ‘cristificando’, cada vez que participamos na Eucaristia”, lembrou o cónego Luís Manuel, acrescentando: “a Igreja celebra a Eucaristia para que nós nos tornemos o seu corpo mistico e eclesial”. Sobre os diversos momentos da Eucaristia houve alguns que mereceram particular atenção. Sobre o momento, vulgarmente designado como ofertório, o conferencista afirmou tratar-se sim da apresentação dos dons. “O que a Igreja oferece é o sacrifício de Jesus. Esse é o verdadeiro ofertório. O que devemos levar ao altar é a nossa vida. É a Igreja que se oferece ao Pai”, esclareceu. E nesse sentido perguntou: “que sentido faz levar ao altar coisas que no final procuramos reaver?”. Sobre o Santo, outra das partes em análise, lembrou que “é a grande aclamação da assembleia que reconhece a santidade de Deus em Jesus e participa da plenitude celeste”. “É neste momento que a assembleia deverá exteriorizar a acção de graças a Deus”, considerou, interrogando: “que sentido fazem alguns dos santos que por aí se cantam?”. Sobre o momento da doxologia afirmou tratar-se de um “louvor trinitário, dirigido ao Pai por meio de Jesus” que deve ser “festivo e celebrativo”, terminando com um Amén que “sela toda a Celebração Sagrada”. Este aspecto voltou a motivar a interrogação do cónego Luís Manuel: “como são celebradas muitas das nossas Eucaristias?”. “Cristo é rosto do Pai, a Eucaristia é rosto da Igreja e Igreja é rosto de Cristo” afirmou o Bispo Emérito do Algarve D. Manuel Madureira Dias, a quem ficou confiada a terceira conferência do Congresso, começou, no segundo dia, por concluir, através de uma passagem do Evangelho de São João, que “Jesus é o rosto do Pai”. Mas a intervenção do Bispo Emérito do Algarve, para além deste aspecto primeiro da tríplice dimensão do rosto eucarístico, viria também a deixar bem claro aos congressistas que “a Eucaristia é rosto da Igreja que, por sua vez, é rosto de Cristo”. Com base no Concílio Vaticano II, D. Manuel Madureira Dias começa igualmente por concluir que “assim como quem olha a natureza humana de Jesus é chamado a descobrir n’Ele o próprio Deus, assim, quem faz parte da Igreja e é Igreja, deve contribuir para que por meio dela se chegue a Cristo”. Para o Bispo Emérito do Algarve, “cada vez que a Igreja celebra a Eucaristia e os seus participantes se unem em assembleia, como um Corpo, realizando um verdadeiro ‘memorial’ do acontecimento celebrado, que sendo comunitário por natureza e se renova desde as suas raízes, a Igreja transparece como tal a partir da celebração eucarística e a Eucaristia torna-se verdadeiramente o rosto da Igreja”. Neste sentido recordou o Prelado, “as nossas celebrações deveriam ser o verdadeiro rosto da Igreja que celebra”. “Somos congregados para a Eucaristia como povo em comunhão numa dupla dimensão: comunhão com Deus (vertical) e com os irmãs (horizontal)”, afirmou D. Manuel Madureira Dias, acrescentando que “a Igreja é expressão da unidade na diversidade”. “Na celebração eucarística manifesta-se a universalidade da Igreja e revela-se Deus/comunhão. A Eucaristia revela a unidade da Igreja e faz a unidade da Igreja, pois é através do exercício do ministério sagrado que podemos ter, entre nós, a presença de Cristo na Eucaristia. Neste sentido, a Eucaristia faz a Igreja e a Igreja faz a Eucaristia”, concluiu. D. Manuel Madureira Dias que se referiu à Eucaristia como sinal da “comunhão eclesial” e “a melhor manifestação do rosto de Cristo”, considerou haver, de entre as Eucaristias celebradas, duas que “merecem espacial relevo como epifania ou rosto da Igreja”: a Eucaristia dominical presidida pelo Bispo na sua catedral e a Eucaristia de Domingo na paróquia. A primeira porque “nela se reúnem os fiéis da diocese, na sua máxima expressão, não só numérica, mas ‘orgânica’, através de exercício dos diversos ministérios” e a segunda porque “é no âmbito paroquial, da celebração comunitária, dominical, sob a presidência do Pastor próprio, que a maioria das pessoas tem acesso à Eucaristia, como epifania do Senhor”. O Prelado afirmou mesmo que, por esta razão, “deveria distinguir-se, como autêntico rosto de Cristo, a Missa dominical das restantes Eucaristias que se celebram ao domingo”. O diálogo que se deve estabelecer na Eucaristia com Deus e com os irmãos foi outros dos aspectos abordados pelo Bispo Emérito do Algarve. “Quem participa na Eucaristia tem a missão de vir para o mundo e ser a pessoa mais dialogante no meio dele. Quando saímos da celebração da fé, vivemos a fé até ao mais profundo dela mesma. Saímos para ser testemunhas dela mesma. A Eucaristia é acto de louvor e não pode haver cântico das criaturas apenas dentro do templo. Uma vida de louvor que seja digna de Deus é sinal do que se viveu no templo. A Eucaristia é comunhão com Deus e com os irmãos tanto cá fora como lá dentro”, complementou. D. Manuel Madureira que lembrou ter Cristo escolhido o momento da Ceia para “formular o mandamento do amor”, considerou que “do coração da Eucaristia sai a própria caridade como mandamento e testemunho”. “Da Missa dominical parte uma o­nda de fraternidade para a vida do dia-a-dia. Domingo é o dia da caridade, do testemunho e da alegria. Quem recebe a Eucaristia não pode guardar para si só o dom da bondade e amor de Deus. Quem celebra a Eucaristia torna-se a presença da Eucaristia no mundo e para o mundo. Não faz sentido celebrar o mistério da redenção sem o testemunhar no meio do mundo derramando nele essa redenção”, afirmou, acrescentando que “a Eucaristia é a origem, a fonte e o auge da missão”, portanto “o rosto da Igreja”. Esta mesma constatação originou a terminasse deixando a interrogação: “como estão a ser as nossa celebrações? Se viessem os pagãos assistir a elas iriam com uma verdadeira ideia do que é a Igreja?”. “A Igreja de Cristo está na Igreja local”, afirmou o padre António Martins “A Eucaristia na catolicidade da Igreja local” foi a temática abordada pelo padre António Manuel Martins na sua exposição. O sacerdote, docente na Faculdade de Teologia da Universidade Católica, em Lisboa, começou por afirmar que “a realização da Igreja não acontece no abstracto, mas no local”, tendo baseado a sua afirmação na narrativa do livro dos Actos do Apóstolos, no dia de Pentecostes. “A Igreja apostólica de Jerusalém constitui-se pelo Espírito Santo como Igreja reunida num local”, constatou o sacerdote algarvio, lembrando que as “Igrejas primitivas aconteceram nas pequenas localidades”. “A Igreja é universal porque se realiza como católica na Igreja local, reunida à volta do mesmo altar e presidida por um único Bispo”, afirma, lembrando que “é Cristo a plenitude da Igreja e de Deus”. “É em Cristo que se realiza a a plenitude da Igreja e na Páscoa de Cristo que acontece a plenitude do projecto de Deus”, complementa. O padre António Martins considerou também que “a Igreja é católica porque recebe de Cristo e lhe quer ser fiel no dom da totalidade do seu amor e vida”. “A catolicidade da Igreja é uma vivência progressiva que nunca se acaba. Vivemo-la quando celebramos a Eucaristia no local o­nde vivemos”, concretizou. Referindo-se à “identidade teológica da Igreja local” garantiu ser um problema “colocar a Igreja universal acima da Igreja local”, “como se a expressão local da Igreja fosse uma ‘sucursal’ da Igreja universal”. “É na Igreja local, reunida pelo pastor, em comunhão com o presbitério e pela acção do Espírito Santo, que se realiza a santidade e catolicidade da Igreja”, defendeu, acrescentando que “a Igreja de Cristo está na Igreja local”. Concretamente “no Algarve essa catolicidade passa pela realização da Igreja tendo em conta a a sensibilidade serrana, do barrocal e litoral”, referiu. “Não podemos realizar-nos como Igreja do Algarve esquecendo a sua realidade cultural e geográfica”, complementou, alertando que “a comunidade local tem de aprender a estar atenta ao sentido da vida da fé das pessoas”, pois “é na vida que Deus se revela” . “É na Eucaristia que encontramos a beleza da diversidade da comunidade local”, acrescentou. A segunda metade da intervenção do padre António Martins ficaria marcada pela reflexão interpelativa que introduziu na assembleia não só em relação ao caminho percorrido nos últimos tempos pela Igreja algarvia, como pelos desafios que se colocam à Igreja universal em pleno século XXI. E lançou a interrogação: “que desafios nos coloca esta plenitude de Deus realizada na Eucaristia?”. Lembrando o Concíilio Vaticano II quando disse que “a Igreja não deve combater o mundo”, lembrou que “há problemas sérios e desafios que urgentes na Igreja diocesana”. “Há sinais positivos de acolhimento ao Evangelho e sinais de recusa do Evangelho”, constatou, lembrando que “quem muda as mentalidades e converte é o Espírito Santo”. “Tenho medo de pastorais muito ruidosas e de manifestações que andem a raiar o fanatismo”, acrescentou. Também o problema do acolhimento aos imigrantes de leste esteve no centro das preocupações apresentadas. “Com o acolhimento dos imigrantes de leste estamos perante um dos momentos mais belos da existência da nossa comunhão cristã”, constatou para, de seguida, lançar as questões: “poderá ser a Eucaristia a celebração da comunhão católica que já existe entre as Igrejas e, assim, ser um elemento construtor do diálogo e da comunhão ecuménica, na qual estamos comprometidos? Só terá sentido celebrar a Eucaristia em conjunto quando há plena unanimidade e pleno consenso na profissão da mesma e única comunhão católica?”. Também o problema das famílias refeitas não foi esquecido pelo conferencista. “Poderá a Eucaristia ser motivo de negação da comunhão a pessoas já feridas pela ruptura de uma vida refeita? Não deveria a Igreja católica ser mais mãe, através do Sacramento da Reconciliação, de que disciplinadora?”, perguntou para de seguida apresentar mais um aspecto para a reflexão: “as Igrejas ortodoxas têm uma outra compreensão”. Sobre os projectos pastorais para a diocese defendeu que “quanto mais claras forem as opções pastorais, mais simples será a sua concretização”. “Impõem-se formas de consulta e auscultação pastorais para que todos os fiéis tenham voz activa e se sintam protagonistas das propostas pastorais da diocese”, defendeu, considerando que “seria importante colocar a Igreja do Algarve num processo sinodal que ouça as pessoas no seu sentir, a partir das comunidades locais”. Exposição de Arte Sacra mostrou parte do espólio da diocese do Algarve O Bispo diocesano manifestou na inauguração da Exposição de Arte Sacra o regozijo pela iniciativa e afirmou que “sem ela o Congresso estaria incompleto”. “Para além das partes doutrinal, expositiva e de aprofundamento temático, de partilha pastoral e celebrativa, também esta parte cultural é muito importante”, afirmou. Na exposição, que hoje encerra e que teve o apoio da Câmara Municipal de Loulé, podem-se apreciar 53 peças, do século XV ao século XXI, desde a custódias, a casulas e dalmáticas, cálices e pinturas. Há cerca de 60 anos que a diocese algarvia não expunha o seu espólio de arte sacra. Vigília Diocesana de Oração pelo Congresso A Vigília de Oração, promovida pelos Movimentos com expressão na diocese, encheu de fiéis, na véspera do Congresso a igreja do Santuário de Nossa Senhora da Piedade (Mãe Soberana), em Loulé. Presidiu o Bispo diocesano. Bispo Emérito apelou à descoberta do Pão D. Manuel Madureira Dias, Bispo Emérito do Algarve, presidiu à Eucaristia do primeiro dia do Congresso que antecedeu a procissão eucarística. Durante a celebração o Prelado lembrou que aquele acontecimento era “oportunidade para descobrir o Pão que o Senhor dá”. “Este Congresso é apelo para que aceitemos tomar parte na Ceia”, afirmou. Congressistas manifestaram a fé publicamente A procissão eucarística, realizada no final do primeiro dia do Congresso, sob a presidência do Bispo do Algarve, constituiu a manifestação pública de fé e foi sinal da reflexão feita. Do Centro Paroquial e Social de Loulé, os cristãos algarvios dirigiram-se até à igreja paroquial de S. Sebastião. Durante o percurso associaram-se muitas pessoas que quiseram integrar o cortejo. Bispo do Algarve quer que a Eucaristia seja o centro da acção da diocese Estou certo que este Congresso Eucarístico nos ajudará a fazer da Eucaristia o centro evangelizador da acção da Igreja, considerou o Bispo do Algarve na Eucaristia de Encerramento do Congresso Eucarístico Diocesano. NOTA: AS CONCLUSÕES DO CONGRESSO EUCARÍSTICO DIOCESANO ENCONTRAM-SE PARA DOWNLOAD NA SECÇÃO DOCUMENTOS, NA PASTA ‘OUTROS’.

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