Partindo da frase «morro porque não morro», do poema de Santa Teresa de Ávila, cuja memória a Igreja recorda naquele dia, o presidente da celebração convidou os participantes a acolherem o estado elevado de vida espiritual a que chegou a religiosa carmelita a ponto de proferir semelhante afirmação. Neste sentido, o padre César Chantre recordou o exemplo de São Francisco, em cuja igreja decorria a celebração, na sua “dedicação às coisas do alto” e na “entrega plena a um ideal: Cristo nos irmãos”. No contexto da Eucaristia de abertura do ano académico, que foi animada por um grupo de jovens das paróquias da cidade de Faro, o capelão convidou os presentes a tornarem-se “luz e sal” num mundo em que “as trevas e o sem sabor” se afirmam cada vez mais. “Se cada um for «luz» e for «sal» a UALG estará no caminho da Evangelização”, exortou o padre César Chantre. No momento pós-comunhão da Eucaristia concelebrada pelo padre Pedro Manuel, aquele sacerdote, usando da palavra, convidou a que os cristãos presentes no mundo da universidade se tornassem “arautos da Fé que proclamam o Evangelho”, referindo-se à relação existente entre a investigação científica e a fé. “Só uma fé vivida e testemunhada será geradora de novos cristãos”, considerou. No final foi entregue um inquérito aos alunos da UALG presentes, entre os quais vários estrangeiros, para que apontem o tipo de acompanhamento e necessidade pastoral de que necessitam, de forma a estas lhes sejam asseguradas pela Capelania.