“Quem conheceu o Algarve antes do movimento dos CC ter aparecido e quem conhece a Igreja diocesana hoje, depois destes anos todos, verifica que uma grande cristianização do Algarve se deu devido a este movimento”, refere o sacerdote, lembrando que “quando o movimento começou em 1963/64 quase não se encontravam homens que frequentassem a Igreja”. “A partir dessa altura começa a operar-se uma reviravolta e hoje vemos que até outros movimentos e serviços que há na diocese são compostos na sua maioria por pessoas que passaram pelos CC”, frisa. Tendo já participado em quase uma centena de CC, o sacerdote explica que “é gratificante vermos como as pessoas se encontram com Deus e descobrem um caminho novo na sua vida”. Lamentando que muitos colegas seus “não se tenham apercebido e não tenham dado aos CC o devido relevo que este movimento tem na vida da Igreja”, o padre Joaquim Beato propõe que os seminaristas mais velhos participem num CC de homens, por forma a ficarem desde logo sensibilizados para o movimento.