Israel retaliou, entrando no Líbano e atacou quer o aeroporto de Beirute, quer algumas pontes e estradas estratégicas. Apesar do ‘braço de ferro’ instalado entre as duas partes, os peregrinos algarvios, embora informados da situação pelas notícias locais e, sobretudo pelos telefonemas de familiares, pareciam indiferentes ao evoluir e às consequências do conflito. O facto de estarem a viver a “experiência única” de contactar com os mesmos lugares o­nde Jesus terá vivido, parecia dotar os espíritos e as consciências de uma calma e uma confiança capaz de ultrapassar todos os receios e obstáculos. Entretanto, o próprio Governo de Lisboa aconselhava os portugueses a não viajarem para Israel.