“Possivelmente não temos mais elementos porque as condições da sede não ajudam a cativar os pais”, refere o chefe João Coelho, lembrando que o edifício “está a cair”. “Já cairam partes do tecto falso, porque o telhado e as paredes têm infiltrações de água e a madeira está podre”, afirma, testemunhando uma ruptura de água que ocorreu há pouco tempo em que foi necessário substituir toda a tubagem que tinha cerca de 50 anos. Sobre a possibilidade de construção de uma nova igreja que integre a nova sede, o dirigente do CNE interroga: “Daqui a quantos anos?. Já se ouve falar nisso há muito tempo, mas até o pároco não sabe quando irá começar”, refere. João Coelho salienta que o agrupamento tem tido alguns contactos com a Câmara, no sentido de sensibilizar a autarquia para disponibilizar um terreno para uma nova sede ou proceder às obras de restauro ou ceder os materiais para as obras que seriam feitas pelos próprios escuteiros. No entanto, segundo aquele responsável, “não tem havido solução”. “A Câmara diz que não tem terrenos aqui na freguesia de Armação, no entanto sei que estão a disponibilizar um para a Cruz Vermelha. Para nós, que andamos há cerca de 12 anos a tentar que nos disponibilizem um terreno não há, e agora, de repente, em 4 ou 5 meses, arranjaram um para a Cruz Vermelha. É um bocado estranho”, critica João Coelho.