Na homilia, o sacerdote salientou que “o escutismo é um movimento que ajuda a servir, particularmente os jovens das comunidades, a praticar boas acções neste mundo”. Em pleno dia em que se celebrava a Restauração da Independência, o padre Domingos Fernandes lembrou a revolução que àquele acontecimento para explicar que gostava que o escutismo naquela paróquia fosse “também uma revolução para ajudar os jovens a viver sadiamente”. “A viver os princípios humanos e cristãos”, concretizou o assistente regional do CNE. Aos dirigentes do agrupamento que iriam, momentos depois, fazer a sua promessa, explicou que a sua responsabilidade é idêntica à dos catequistas. “Vós ides ser o braço direito do assistente nesta comunidade. Como os catequistas têm de transmitir às crianças e aos jovens uma dinâmica própria, também os dirigentes do escutismo têm de o fazer”, complementou, lembrando que “o adulto está no escutismo para a ajudar o jovem”. A terminar, reiterou o apoio incondicional da Junta Regional do CNE ao novo agrupamento e aos jovens escutas lembrou-lhes que, apesar de um dia deixarem o movimento, os princípios ficarão para sempre. Depois da homilia, seguiu-se a bênção da bandeira e a promessa do chefe de agrupamento, bem como dos restantes dirigentes e escuteiros mais novos. A celebração da Eucaristia foi ainda concelebrada, para além do padre José Cunha Duarte, pároco de São Brás de Alportel, pelo padre António da Rocha. Estiveram presentes muitos agrupamentos de vários pontos da diocese algarvia. A região do Algarve conta agora com 30 agrupamentos e mais dois em formação, contabilizando um total de cerca de 2000 efectivos, dos quais 300 são dirigentes.