«Foram dias de trabalho intenso, mas muito gratificante» garantem os participantes. Logo na primeira noite Frei José Nunes presenteou os presentes com uma “Meditação sobre a Condescendência de Deus”.No segundo dia coube ao padre João Ribeiro, do Secretariado Diocesano do Porto, apresentar uma intervenção sobre a “Pedagogia de Deus”, centrada no “dom de Cristo – Pedagogia Encarnada do Pai”. Seguiu-se a irmã Lourdes Grosso Garcia que na mesma linha do orador anterior reflectiu sobre “O Catequista como instrumento da Pedagogia de Deus”. «Foram palavras simples, mas de uma enorme riqueza e muita experiência de vida. Um forte testemunho de oração e um apelo a que cada catequista recorra à oração ante cada tema concreto, ante cada criança (pessoa) a quem se dirige (anuncia)» – consideram os catequistas presentes.De tarde, os trabalhos decorreram com os participantes divididos por dez ateliers. As temáticas eram diversificadas: Catequese de adultos; Pedagogia da comunicação; Pedagogia dos símbolos; Experiência humana; Palavra; Celebração; Acolhimento; Pedagogia da Adolescência; Pedagogia do testemunho e Despertar religioso. Por terem também uma componente prática os ateliers tiveram a duração de quatro horas e em plenário foi comunicado que todas decorreram «muito bem» e com «muita participação dos presentes». Concretamente, o atelier coordenado pela irmã Maria José de Sousa com a colaboração de alguns elementos da Equipa do Sector da Catequese da Infância e Adolescência da diocese algarvia, foram tidos em conta diversos momentos do “Acolhimento” bem como o desenvolvimento e exemplificação de várias dinâmicas criativas e atraentes, com recurso a diferentes materiais. «Foi uma tarde “cheia” e muito enriquecedora, não só pelo que a irmã Maria José, de útil, nos transmitiu, como também pelo testemunho de alegria que demonstrou colocar no que faz» – asseguraram os catequistas.O domingo, tal como o sábado, começou com a celebração da Eucaristia, mas desta vez, realizada na Basílica do Santuário. No final da Eucaristia, D. José Francisco Alves, membro de Comissão Episcopal da Educação Cristã, que presidiu à celebração, fez o envio de todos os catequistas que assumiram o seu compromisso.Em jeito de balanço final os catequistas participantes não hesitavam afirmar que: «foram dias de união eclesial de toda a Igreja – bispos, sacerdotes e leigos empenhados, chamados à missão de transmissão da fé, e consequentemente de edificação da Igreja».