Terça-feira 15 de Outubro de 2019
Inicio / Noticias / Algarvios foram acolhidos na zona de Norf, em Neuss

Algarvios foram acolhidos na zona de Norf, em Neuss

Segundo o padre Carlos de Aquino, assistente do Sector Diocesano da Pastoral Juvenil, o grupo viveu a semana “unido em espírito de peregrinação”. O sacerdote destaca como os momentos mais significativos vividos na paróquia de acolhimento a participação nas catequeses diárias, que “foram profundas”. Sobre os aspectos menos positivos desta JMJ e que foram muitos, o padre Carlos de Aquino sublinha “alguns problemas organizativos gravíssimos”, como a “falta de comida, de transportes e de controlo”, sentidos directamente também por alguns grupos de algarvios. O responsável do grupo algarvio indentifica o problema e defende que se deveu a um erro na previsão do número de participantes.Os alemães esperavam 500 mil participantes, refere. Como exemplo da desorganização fica a imagem dos sacos com os fundos recolhidos no peditório na Eucaristia de Encerramento abandonados no campo, dentro de uma caixa de grades, mas a que qualquer pessoa mal-intencionada conseguiria ter acesso. “Contudo, – testemunhou –, também estas falhas serviram vermos como Deus é providente, pois mesmo alguns grupos tendo ficado privados destes serviços, os restantes disponibilizaram-se logo a partilhar”. Logo na chegada a Colónia, o grupo que se deslocou de avião, constatou com admiração que alguma da sua bagagem tinha seguido com destino a Londres, depois da paragem em Madrid. Os percalços com os algarvios não ficariam por aqui, pois para o encerramento da JMJ, o espaço que a organização alemã lhes tinha destinado em Marienfeld foi indevidamente ocupado por outro grupo, tendo os jovens do Algarve ficado instalados numa área muito mais distante do altar.

Verifique também

Bispo do Algarve destacou ação das Misericórdias para “curar as chagas humanas e sociais”

O bispo do Algarve considerou ontem que “as Misericórdias se situam entre as instituições que, …