Depois de percorrer as ruas com os numerosos edifícios de cor vermelho-acastanhada, tonalidade típica daquela localidade conseguida através dos tijolos e outros materiais utilizados na sua construção, os peregrinos foram até à Piazza del Campo, a mais emblemática da época medieval em Itália, onde puderam apreciar o edifício da Câmara Municipal com a sua torre significativa. Seguiu-se então a visita ao Duomo de Siena, com as suas características fachadas construídas com riscas de mármore preto e branco. Os palácios, as igrejas, as casas senhoriais e outros imponentes edifícios foram visíveis por todas as principais ruas. Depois de mais uma hora viagem chegaram a Florença, a outra cidade emblemática da toscana medieval italiana, que acolheu Miguel Ângelo, Donatello, entre outros vultos da arte mundial. Após o almoço, os algarvios, acompanhados já por um guia local, visitaram a Praça da Senhoria que contém o palácio do mesmo nome (actual Câmara Municipal), para além de inúmeras obras escultóricas como a fonte de Neptuno, ou o Perseo de Benvenuto Cellini, o Rapto das Sabrinas, ou o Hércules e o Centauro de Giambologna expostas nas arcadas da Loggia della Signoria. Conhecidas são também as ruínas de uma cidade romana existentes no subsolo. A igreja de São Miguel Arcanjo, antigo celeiro transformado em templo, foi outro dos pontos de visita, assim como a igreja de Santa de Santa Cruz, construída pelos franciscanos em 1294, onde o grupo de Algarve celebrou a Eucaristia do dia na capela do Santíssimo. Aquela igreja, a segunda mais importante de origem franciscana depois da de Assis, é também conhecida como panteão onde estão sepultados grandes vultos italianos como Miguel Ângelo, Galileu ou Maquiavelo. Contém também frescos de Giotto com cenas da vida de São Francisco. A tarde ficaria no entanto marcada pela visita à imponente Catedral de Florença, construída com os mármores das tonalidades branca, verde e rosa, dedicada a Nossa Senhora da Flor. No seu exterior, o Baptistério de São Juan, com a porta oriental em bronze dourado, chamada de Paraíso por Miguel Ângelo, é obra de Ghiberti com data de 1425. Já no Novotel, que acolhe os algarvios, depois do jantar que foi marcado pelo 70º aniversário de uma das peregrinas – Letícia Correia – o grupo regressou ao centro de Florença para um passeio à noite, tendo sido ido até à Ponte Vecchio, a mais antiga da cidade que resistiu à II Guerra Mundial. Veja as fotos na Galeria de Imagens