“Todo o equipamento estava segurado, mas a seguradora ainda não nos deu nada. Continuamos a aguardar”, refere o director de programas com alguma tristeza. Segundo o sacerdote, financeiramente o panorama é muito menos animador. No entanto, apesar das dificuldades, a estação vai conseguindo sobreviver, muito devido ao apoio das autarquias, mas o padre Arsénio da Silva destaca ainda outros aspectos essenciais que contribuem para sobrevivência da rádio. “Temos uma gestão financeira muito rigorosa e a maior parte das pessoas trabalham em regime de voluntariado. Apenas dois são assalariados porque trabalham a tempo inteiro”, destaca.