Quinta-feira 19 de Setembro de 2019
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Bispo do Algarve invocou a bênção de Deus para 2006 no primeiro dia do novo ano

Perante uma assembleia que encheu totalmente o templo sombraceiro à cidade louletana, D. Manuel Neto Quintas na homília da celebração começou por salientar um dos primeiros objectivos daquela Eucaristia: “dar graças a Deus pelos dons concedidos ao longo do ano que agora finda”. Por outro lado, a celebração teve igualmente como intenção, destacou o Bispo diocesano, a “invocação da bênção de Deus para o novo ano”, centrando-se D. Manuel Quintas no texto da primeira leitura que destacou como o “voto de Deus para o novo ano”. “O Senhor te abençoe e te proteja. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável. O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a paz”, salientou o Prelado, destacando o facto de a bênção culminar no desejo da paz, precisamente no dia em que se assinalava também o 39º Dia Mundial da Paz. De seguida, D. Manuel Quintas, citando a mensagem do Sumo Pontífice, Bento XVI, para aquele dia, lembrou que “a paz, para ser autêntica e duradoura, deve ser construída sobre a ‘rocha’ da verdade de Deus e da verdade do homem”. “Só esta verdade pode sensibilizar os ânimos para a justiça, abri-los ao amor e à solidariedade, encorajar a todos a trabalharem por uma humanidade livre e solidária”, recordou o Bispo diocesano. A terminar, o Bispo do Algarve solicitou, para o novo ano, a protecção de Maria, sob a invocação de Mãe Soberana. Na comunidade da Tôr, a Eucaristia incluiu a bênção do novo altar da igreja local, totalmente restaurada no seu interior, apresentando-se agora como um espaço litúrgico mais digno e convidativo para a celebração do culto. Perante os muitos fiéis que encheram o templo agora reaberto, o Bispo diocesano congratulou-se com todos, desde o pároco, aos seus colaboradores mais directos e a toda a comunidade pelas obras realizadas, exortando-os agora a usufruírem com maior assiduidade do bom ambiente que ele proporciona, quer para a celebração da Eucaristia, quer para a celebração dominical da Palavra, quando aquela não for possível.

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