Falando na Assembleia Plenária do Conselho Pastoral da Diocese do Algarve (CPDA), afirmou que “agora temos nós de fazer o resto” ou seja, de através de Nossa Senhora, “chegar a Cristo, tendo em conta toda a acção pastoral e de evangelização”. Referindo-se à recepção da imagem peregrina, ocorrida no passado dia 13 deste mês, o Prelado disse esperar que aquela experiência de fé e de devoção mariana “mobilize e galvanize” as paróquias todas, sobretudo para aqueles que vieram. O Bispo diocesano sugeriu mesmo algumas actividades que deverão ter lugar nas paróquias aquando da passagem da imagem mariana. Diferentes dias destinados às Vocações, à Família, às crianças e aos idosos”, assim como a promoção de um dia destinado à celebração do Sacramento da Reconciliação e a adorações eucarísticas, foram algumas das propostas avançadas pelo Bispo do Algarve. “Tem de se promover estas iniciativas, caso contrário ficamo-nos apenas pelas palavras bonitas no papel do Programa Pastoral e o que não é suficiente”, alertou, assegurando querer “mobilizar as paróquias e as vigararias neste sentido para que se realize o Programa Pastoral”. “Peço então que haja este empenho”, apelou. Os restantes membros do CPDA avaliaram também a recepção à imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima. Na reunião, que teve lugar no Centro Pastoral e Social da Diocese do Algarve, em Ferragudo, os conselheiros pronunciaram-se sobre a organização da iniciativa, salientando sobretudo a adesão e o ambiente orante em que a mesma decorreu. Os membros do CPDA frisaram ainda que a recepção à imagem peregrina da Virgem de Fátima constituiu uma “bonita manifestação” de fé realizada em contexto de “silêncio orante”. Por outro lado, os conselheiros referiram ainda ter notado que “nem todas as paróquias estiveram presentes de forma organizada”e ter havido algumas comunidades que se fizeram representar em Faro com muito poucos representantes. Os conselheiros constataram ainda, em virtude da grande adesão, a dificuldade de orientação da procissão e que muitos dos 15 mil participantes não participam habitualmente na vida da Igreja. Foi igualmente apontado que, já no largo da Sé, a celebração começou um pouco antes da cauda da procissão chegar.