Numa mensagem clara dirigida aos presentes participantes, D. Manuel Quintas considerou a pobreza e a humildade “condições essenciais para evitar um agir pastoral solitário e individualista, consequência de uma auto-suficiência e auto-gestão pastoral estéril e fecunda em cansaço, desencanto e frustração”. “Não vemos nada porque substituímo-nos a Deus e às propostas pastorais diocesanas e transformamos a nossa paróquia no nosso pequenino grupo, num selo pessoal, desligado de tudo o resto”, advertiu o Prelado, considerando “fundamental” o início de um novo ano pastoral com uma “esperança que brota de Cristo ressuscitado”. “A Igreja de Deus, ainda que envolvida pelas maiores dificuldades nas próprias comunidades cristãs, não deve sentir-se derrotada, mas vitoriosa porque está nas mãos de Cristo, Aquele que venceu a morte”, acrescentou. Dirigindo-se directamente aos participantes da assembleia que se seguiria, deixou-lhes um pedido. “Queria pedir-vos a que inspireis o vosso serviço, assim como o vosso percurso pessoal de fé e testemunho, nas propostas que vives nesta Eucaristia. A corresponsabilidade na Igreja que somos chamados a viver, bem como a comunhão que devemos edificar e exprimir aos mais diversos níveis, oferecem-nos maior garantia de conseguirmos os diferentes objectivos que o Programa Pastoral a todos nos aponta”, frisou. D. Manuel Quintas referiu-se ainda no início da Eucaristia aos sacerdotes e religiosas que este ano comemoraram aniversários de consagração religiosa ou de ordenação sacerdotal como são os casos dos padres frei José António da Silva, Luís Gonzaga, Leandro Garcês, Domingos Costa, assim como das irmãs Maria de Lurdes, doroteia e Teresa Maria, carmelita descalça. Mais fotos na Galeria de Imagens