Segundo aquele responsável, a maioria das comunidades paroquiais algarvia recebia anualmente, através da Caritas do Algarve cerca de 90 mil quilos de alimentos. “Neste momento, face às exigências impostas pelas Segurança Social em termos técnicos, humanos e informáticos, muitas das comunidades paroquiais desinteressaram-se deste apoio e dos 90 mil quilos estamos reduzidos a 6 mil”, lamentou, clarificando que “a Caritas está com as comunidades paroquiais”. “Era necessário um técnico de acção social, meios informáticos, entre outras exigências, para além da muita papelada burocrática para preencher”, testemunha Carlos Oliveira, garantindo que “a Caritas tem feito chegar às instâncias nacionais as dificuldades das paróquias”. O presidente daquela instituição explicou ainda que o processo recuou agora, sendo feito este ano o trabalho novamente sem o recurso ao sistema informático. Mais fotos na Galeria de Imagens