. O padre José Nunes e D. Manuel Quintas afirmaram que se trata de “um bom grupo de voluntários, gente ligada à dimensão sócio-caritativa” da paróquia. “Esse núcleo – explica o Bispo diocesano – será composto por pessoas que já andam por aí a detectar quem precisa de ajuda”. “Muitas vezes aquela pobreza envergonhada que não se mostra, mas que eles conseguem chegar até ela”, complementa D. Manuel Quintas, garantindo que os vicentinos poderão visitar igualmente “pessoas acamadas, doentes nos lares ou nas suas casas”, ou “como ministros extraordinários da comunhão que levam a Eucaristia ou promovem oração no lar”. O pároco de Lagoa assegura mesmo que “ultimamente começaram a aparecer em Lagoa cada vez mais casos de pessoas carenciadas a precisar de apoio”. Embora o Centro Popular de Lagoa assuma naquela cidade a valência sócio-caritativa, ambos, pároco e Bispo, concordam que se estabeleça uma “parceria”. “Esta dimensão da paróquia não está desligada dela, só que ao invés de ser a paróquia a liderar esse processo, colabora sobretudo na dimensão espiritual”, salienta D. Manuel Quintas, clarificando que a paróquia “não tem a pretensão de liderar o trabalho a esse nível, mas é uma presença e uma boa colaboração”. Segundo o Bispo do Algarve, “um desafio” para a revitalizada conferência vicentina é “tentar cativar alguns jovens para o voluntariado”.