A discussão no primeiro caso visou sobretudo encontrar a terminologia mais adequada para explicitar as competências do Presidente do CPDA, o Bispo diocesano, enquanto que no segundo caso o confronto de ideias surgiu no decurso da averiguação dos fundamentos que deverão levar à constituição do CPDA pelos seus diversos membros, natos, eleitos e designados, tendo sido reprovados alguns dos que eram propostos e acrescentados outros que não tinham sido sugeridos. Outros dos aspectos que suscitaram o debate no âmbito do artigo terceiro foram os motivos que poderão levar à cessação de funções no CPDA, uma vez que uma das razões que condicionaram algumas Assembleias Plenárias deste órgão consultivo da Igreja algarvia, que agora conclui o seu trabalho por chegar ao fim do triénio para o qual tinha sido constituído, foi precisamente o facto de terem havido mais faltas do que seria normal. No final dos trabalhos, o Bispo do Algarve agradeceu a todos os conselheiros pelo trabalho realizado ao longo do último triénio. “Foram três anos muito enriquecedores para a Igreja diocesana”, considerou D. Manuel Quintas. Um novo CPDA irá agora ser constituído com base nos estatutos aprovados, o que levará algum tempo por forma a que se cumpram os círculos eleitorais nos grupos que tenham direito a estar representados, conforme previsto no artigo terceiro dos estatutos.