Este órgão consultivo, de acordo com o cânone 495 do Código de Direito Canónico, é uma espécie de senado do Bispo, pretende representar o presbitério, manifestar a comunhão entre o próprio Bispo e o seu presbitério e exprimir a fraternidade existente entre os sacerdotes. Ao Conselho compete então “auxiliar o Bispo no governo da Diocese, nos termos do direito e dos Estatutos em vigor, para que seja promovido o bem pastoral do povo de Deus”. Trata-se portanto de um Conselho de sacerdotes que o Bispo da diocese houve sempre que entende para saber a sua opinião e parecer sobre determinadas questões relacionadas com a vida da parcela da Igreja que lhe está confiada. Por ser um órgão consultivo não tem, naturalmente, poderes deliberativos, cabendo então a decisão final ao Bispo diocesano. De acordo com o Decreto que constituiu o Conselho Presbiteral para o novo triénio, e a que a FOLHA DO DOMINGO teve acesso, para além do presidente, o Bispo diocesano, são membros natos o padre Firmino Dinis Ferro, vigário geral, o cónego José Pedro Martins, vigário episcopal da pastoral, o cónego monsenhor Joaquim Cupertino, presidente do Cabido catedralício, o padre Mário de Sousa, reitor do Seminário de São José. Segundo o mesmo documento, datado de dia 4 de Dezembro de 2007, são membros eleitos o padre Joaquim Nunes, representante dos sacerdotes dos Serviços Diocesanos, o padre Domingos da Costa, representante dos sacerdotes religiosos, o padre José Joaquim Nunes, representante da vigararia de Portimão, o padre Carlos de Aquino, representante da vigararia de Loulé, o padre Rui Guerreiro, representante da vigararia de Faro e o padre José Nabais Pereira, representante da vigararia de Tavira. Os padres Henrique Varela e José Joaquim Campôa foram os membros designados pelo Bispo Diocesano.