Embora tenham sido muitos, de todos eles só alguns nos quiseram deixar o seu testemunho, escrevendo a história da sua mudança de vida e de como aderiram a Cristo, o único Salvador da humanidade. Por caminhos diferentes, uns com mais facilidade, outros com mais lutas e frustrações, mas todos porque eram homens e mulheres de boa vontade conseguiram chegar a abraçar a Verdade. Concretamente, podemos citar, por exemplo na Inglaterra e devido talvez à influência do célebre movimento de Oxford, entre muitos outros os seguintes convertidos que nos deixaram o seu testemunho escrito: o historiador Ch. Dawnson o ensaísta Cherston, o professor universitário de Oxford, Ronald Knox, os novelistas Maurice Moring, Evelyn Waugh, Walter Perey, Graham Greene, Mauricel Spark, os poetas Gérard M. Hopkins, Thomas S. Eliot, Edith Sitwel, etc…Nos Estados Unidos da América, entre muitos intelectuais e pastores protestantes, podemos contar o médico abortivo Bernar Hathanson, o pastor luterano Richard Johon Neuhaus, Scott Halen, Kimberly, o economista E. F. Schumacher, o filósofo Martiner Radler, bem como ainda o célebre Thomas Merton que se fez trapista.Em França, são inumeráveis também as conversões de poetas, filósofos, cientistas e até militares. Exemplifiquemos: Charles Pegny, Paul Claudes, Jacques Maritais e sua esposa Raissa, Gabriel Marcel, Leon Bloy, Charles Dubois, Jean Coteux, Julien Green, Carlos Foucault e o célebre Prémio Nobel da Medicina, o convertido de Lourdes Aléxis Carrel entre muitos outros… Na Alemanha são notáveis as conversões de célebres professores da Sagrada Escritura, os luteranos Erikpeterson e Heirich Schillier, os pensadores Peter Wusta e Thedor Haecker, o psiquiatra judeu K. Stern, alguns seguidores de Husserl como E. Stein, mais tarde carmelita e recentemente canonizado por João Paulo II… no campo da Literatura não podemos deixar de referir o luterano Gertrude Vou Le Fort, o judeu Alfred Dublin e o célebre Prémio Nobel da literatura Ernest Junger. Na Itália, ficaram célebres as conversões de Israel Zolli, rabino da Sinagoga de Roma, do famoso escritor Giovanni Papini, do consumista Vittori Messnil e do empresário Leonardo Mandatoril. Em Espanha são notáveis as conversões de Manuel Garcia Morento, professor da Faculdade de Filosofia da Universidade do Madrid e de Cármen Laforet, moralista de grande envergadura. Podemos ainda acrescentar as conversões da historiadora holandesa, Cornélia J. De Vogel, da novelista sueca e Prémio Nobel, Sigrid, do pastor protestante norueguês Ola Tijorhon. Na Rússia, além da conversão moral de Dostoivsky, a do Solzheniksyn, Prémio Nobel de Literatura.Quanto a Portugal é de citar a de Leonardo Coimbra, a de António Júdice e de muitos outros que, em Fátima encontraram o caminho espiritual e a vivência cristã de que andavam afastados. Enfim, podemos afirmar, com toda a verdade, que o século XX foi, sem dúvida, um século de muitos e célebres conversões ao catolicismo e à vivência mais profunda da fé cristã.