D. Manuel Quintas, na sua conferência, considerou que se passou de “um tempo em que tudo era pecado para um tempo em que nada é pecado”. “Convencemo-nos de que somos bons… Não quer dizer que não sejamos. Mas São João foi muito frontal ao afirmar: «Se dissermos que não temos pecados enganamo-nos a nós mesmos e a verdade não está em nós»”, advertiu, aconselhando a ler a Sagrada Escritura. “Talvez precisemos de ler com mais com mais frequência a Palavra de Deus porque ela ajuda-nos a criar uma sensibilidade que talvez não tenhamos em relação às nossas atitudes para com Deus, para com os outros e para connosco”, recomendou, considerando que a falta dessa sensibilidade como um obstáculo à percepção do pecado. “Às vezes apercebemo-nos mais em relação aos outros. Temos uma sensibilidade mais apurada para com essas situações em relação aos outros”, referiu.
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D. Manuel Quintas alerta para perigo da “sedução da perda do sentido do pecado”
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