Terça-feira 15 de Outubro de 2019
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Diocese do Algarve celebrou S. Vicente para encerrar “Ano Vicentino”

Apesar de notória a ausência de representação por parte de algumas comunidades paroquiais, muitos foram os fiéis algarvios que, sob a presidência do seu Bispo, rumaram à Costa Vicentina para celebrar o seu padroeiro principal, louvar a Deus pelo seu testemunho e invocar a sua protecção sobre toda a Igreja diocesana. No fundo, a jornada do passado fim-de-semana pretendeu confirmar a intenção dos cristãos algarvios em seguirem o exemplo de serviço à Igreja e testemunho do Evangelho do mártir Vicente. Logo pela manhã já vários autocarros vindos de diversas paróquias se perfilavam estacionados junto à tenda, montada para a celebração da Eucaristia que teria lugar pelas 11.30 horas, num terreno perto da Câmara Municipal de Vila do Bispo. Após a Eucaristia que contou também com a presença dos membros do Cabido Catedralício, bem como de um grande número de outros sacerdotes, diáconos e seminaristas algarvios, seguiu-se a procissão com a imagem do mártir até à igreja paroquial de Vila do Bispo, terminando com um tempo de veneração da sua relíquia. Integrada nas celebrações oficiais do Dia do Município de Vila do Bispo, a Peregrinação Diocesana contou ainda com a presença do Governador Civil do Distrito de Faro, José Valetim Rosado, e do presidente da Câmara Municipal de Vila do Bispo, Gilberto Viegas. À tarde, no salão paroquial de Sagres, a vertente cultural da peregrinação incluiu uma representação encenada, intitulada “Vicente”, de alguns dos principais momentos da vida do diácono. Promovida pelo Sector da Pastoral Juvenil da diocese algarvia com encenação do padre Carlos Aquino, seu assistente espiritual, a dramatização era composta por 12 cenas, divididas por 3 actos, e procurou «percorrer até à actualidade o caminho de santidade trilhado por São Vicente», de forma a fazer com «que os cristãos de hoje possam retirar desse testemunho as implicações para si próprios». Os cerca de 30 jovens actores, que tiveram de realizar a encenação duas vezes por causa do elevado número de pessoas não caber de uma vez só no salão, eram oriundos de 10 paróquias algarvias.

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