Com o Bispo Diocesano concelebraram também o vigário geral da diocese, padre Firmino Ferro e os padres António Coelho, José Cunha Duarte e Joel Teixeira, tendo também participado o diácono Rogério Egídio (responsável pela Capelania do HDF). Presentes vários alunos do Seminário de São José, assim como Francisco Serra (Vogal da Comissão Administrativa) e a Enfermeira Chefe Felismina Martins, bem como muitos profissionais e voluntários que ali prestam serviço, tal como elevado número de doentes internados e havendo os acompanhamentos corais sido dirigidos pela Irmã Glória. Na memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes (11 de Fevereiro) a comemoração, a nível mundial, teve lugar em Seul (Coreia do Sul), tendo o Santo Padre Bento XVI dirigido a propósito uma Mensagem, em especial, como o Papa assinalou "a Igreja dirige o seu olhar para aqueles que sofrem e chama a atenção para os doentes incuráveis, muitos dos quais estão a morrer de enfermidades terminais". Foram o sofrimento destes doentes terminais e o amor, o carinho e o afecto que lhes é devido, que centraram a homília de Dom Manuel pedindo que "aqueles que ao nascer tiveram mãos a acolhê-los para a vida encontrem também o gesto solidário e cristão de terem mãos a afagar as suas mãos na hora do encontro com o Pai". A homília foi proferida após a leitura, pelo Diácono Rogério Egídio, do texto evangélico de São Lucas, "que coloca Jesus a falar da vida quotidiana e ninguém deve quebrar que sejamos felizes", sobre as "Bem – Aventuranças" e o Presidente da Concelebração destacou que "nas Leituras de hoje destaca-se o grau de confiança em Deus e que a Fé começa, antes de mais no confiar em Deus", "havendo que aceitar os limites humanos à luz da misericórdia e da caridade de Deus". Referindo a Mensagem de Bento XVI e nas suas palavras dirigidas aos doentes terminais ("Encorajo-vos a contemplar os sofrimentos de Cristo crucificado e, em união com Ele, a dirigir-vos ao Pai com completa confiança de que toda a vida e de maneira particular as vossas vida estão as suas mãos") e o exemplo de Madre Teresa de Calcutá que iniciou a sua obra de amor recolhendo os moribundos e tendo o gesto nobre de, no momento final ter alguém junto a si. Destacou a comunhão da Mensagem Papal com a solidariedade da missão de todos os profissionais da saúde, a quem dirigiu uma palavra de gratidão não só pela presença no âmbito da acção profissional, mas de afecto e compreensão, assim como a todos os que trabalham no Hospital Distrital e Faro e aos Vo-luntários que dedicam algo do seu tempo em gestos de ternura junto de quem sofre, humanizando as si-tuações de doença e tendo também palavras de profundo afecto para todos os doentes e famílias por "esta presença amorosa de Deus". Após a Concelebração Eucarística decorreu um almoço de convívio, tendo depois D. Manuel visitado os doentes internados na mais importante unidade de saúde do Algarve, dirigindo-lhes palavras de esperança, de Fé e de amor em Cristo.