Depois do almoço-partilhado, na Fonte Férrea, seguiu-se um momento de sensibilização para vários aspectos, entre os quais a formação, a assinatura do “Verbum”, o jornal dos acólitos, a realização de listagens dos membros da cada associação paroquial e sobretudo dos novos acólitos investidos, para edição dos respectivos cartões de identificação, bem como a renovação dos compromissos dos membros já investidos. A este respeito, Luís Rita, membro do Centro Diocesano de Acólitos (CDA), entidade responsável pela promoção do encontro, informou da necessidade daquela estrutura diocesana saber da periodicidade das reuniões das diversas associações. “Queremos saber se precisam de apoio para formação”, informou, alertando: “É preciso formação litúrgica”. Por outro lado, referindo-se à importância da investidura, Luís Rita preveniu: “ninguém tem autoridade para colocar qualquer elemento no altar que não tenha sido investido”. “É um mau exemplo à diocese”, concluiu. Integrando o restante programa de homenagem ao padre Júlio de Oliveira, os acólitos participaram também na Eucaristia de acção de graças. Dirigindo-se directamente aos “servidores do altar”, o Bispo do Algarve exortou os jovens a não terem medo da vocação ao sacerdócio. “Vós já fazeis bem em disponibilizar-vos para servir o altar, mas é preciso passar do serviço ao altar ao serviço ao povo de Deus, concretamente servindo através da vocação ao sacerdócio”, afirmou D. Manuel Quintas. “O facto de vos terdes reunido aqui hoje, quando evocamos o testemunho de alguém que dedicou toda a sua vida a Deus e à Igreja, pode constituir para vós um apelo muito grande que Deus vos faz, como semente que é preciso apoiar para que ele possa crescer e germinar”, concluiu.