Deste total de dirigentes e caminheiros votantes, apenas 80 votos (33,61 por cento) foram no sentido de não aprovar a lista candidata, tendo havido igualmente 5 boletins em branco (2,10 por cento) e 4 nulos (1,68 por cento). Para a eleição do Conselho Fiscal e Jurisdicional Regional os votos ‘sim’ que permitiram a eleição da lista candidata foram 166 (69,75 por cento), contrastando com os 62 ‘não’ (26,05 por cento), tendo havido ainda 4 votos em branco (1,68 por cento) e 6 nulos (2,52 por cento). A abstenção neste acto eleitoral cifrou-se nos 26,77 por cento. O chefe regional eleito considera que a intervenção do Bispo do Algarve no Dia de BP – Baden Powell, no passado dia 23 de Fevereiro, em Albufeira, poderá ter contribuído para garantir a vitória folgada da lista que encabeçou, caso contrário, pensa que a mesma teria sido mais tangencial. Confrontado com a primeira medida que irá tomar como chefe regional eleito, explicou à FOLHA DO DOMINGO, que irá encontrar um espaço para sede provisória da Junta Regional que até agora funcionou na sede do Agrupamento 511 de Lagoa. O dia da eleição decorreu com serenidade, tendo, no período da tarde, havido maior afluência à urna. Muitos foram ainda os agrupamentos, particularmente os do Sotavento algarvio, que exerceram o seu direito de voto por via postal. Responsável e formador do CNE, o chefe Edgar Correia, na última década, fez parte de duas Juntas Regionais e colaborou com outra. Trabalhou em África nos últimos 3 anos, também no escutismo. Para além do chefe regional eleito, a futura Junta Regional do Algarve do CNE será constituída por Filomena Correia, chefe regional adjunta, e por Cristina Martins, João Vasco Reis, José João Cercas e Rosalinda Lourenço, todos secretários regionais. A Comissão Eleitoral Regional foi constituída pelos chefes Carlos Francisco, Vitor Martins e Carlos Pargana, tendo sido o processo eleitoral acompanhado pelo padre Firmino Ferro, delegado representante da diocese do Algarve.