Tem-se vindo a acentuar, ano após ano, que as preocupações se encaminham, cada vez mais e só, na esmagadora maioria dos casos, para a preocupação quer ao nível dos agregados familiares e das restantes entidades ligadas ao processo educativo (Estado, Autarquias, Instituições Privadas, etc.) para o rendimento escolar ou seja o aproveitamento, segundo os índices e parâmetros estabelecidos.
A questão de formação moral ou religiosa é quase que totalmente banida ou secundarizada, como se não fosse o homem, neste caso o educando, constituído por corpo e alma ou mais como se tudo se resumisse a questões de ordem puramente científica ou intelectual.
Esta posição, indesejavelmente não é apenas assumida por tutelas, que à revelia do livremente expresso pela maioria da população portuguesa do propósito e adesão à Religião Cristã ou, em diminuta minoria, a qualquer outro credo religioso, mas por milhares largos de famílias católicas, sem excluirmos aquelas que se assumem como praticantes e, o são, na generalidade.
Preciso, importante, imprescindível é que, neste arranque de um novo ano escolar, sejamos dignos de assumir as nossas posições opções, de vivermos também aí a nossa Fé em Cristo Ressuscitado e de, em concordância com o Programa Pastoral da Diocese do Algarve para estes seis anos também concretizarmos na educação o pedido de Maria, Nossa Senhora e Nossa Mãe – «Fazei tudo o que Ele vos pedir».
E o Redentor pediu-nos na educação algo mais do que um alheamento completo à formação religiosa!