A organização explica que estas iniciativas “especialmente dirigidas às comunidades onde se realizam”, “pretendem ser uma fonte de graça e uma oportunidade de oração vicarial”. Tendo como tema “Falai Senhor que o vosso servo escuta”, a oração de Silves contou com a participação de um significativo grupo da paróquia anfitriã, sobretudo jovens. Participaram ainda algumas pessoas da paróquia de Estômbar. Com base no tema, o padre Pedro Manuel, assistente do Secretariado Diocesano da Pastoral Vocacional (SDPV) referiu-se sobretudo à necessidade dos cristãos se colocarem na disponibilidade da escuta. “É preciso dirigirmos a nós próprios o convite que o Evangelho nos faz: «Mestre, onde mora? Vinde ver»”, defendeu. No contexto da celebração vocacional explicitou a proposta dirigida pelo SDPV: um momento de oração, especialmente destinado aos membros daquela comunidade paroquial e a outras pessoas que se queiram associar, para que possam “encontrar a presença de Deus” que se faz presente nos “pequenos convites que vai fazendo diariamente”. “Convites, especialmente à vocação de cristãos felizes e perfeitamente integrados e particularmente à vocação consagrada de padre ou de religiosa(o), sem esquecer nunca a vocação à vida matrimonial”, especificou. Na vigília foram ainda apresentados três testemunhos concretos de diferentes vocações. A irmã Leonor Bernardino testemunhou a sua vocação de religiosa, Sofia Carmo falou sobre a sua vocação ao matrimónio e o pároco de Silves, o padre Carlos de Aquino, apresentou o testemunho da sua vocação presbiteral. Depois de Silves, seguir-se-á uma outra vigília de oração em Quarteira, na igreja de São Pedro do Mar, no dia 25 de Abril, pelas 21.30 horas, estando prevista uma ‘Exposição de Carismas’ e a participação especial do grupo Laudate. Seguem-se depois, a 2 de Maio, novas orações na igreja de São Tiago de Tavira, igualmente pelas 21.30 horas, com igual presença da ‘Exposição de Carismas’ e, a 23 de Maio, à mesma hora, na igreja de São Sebastião de Lagos, também com recurso à ‘Exposição de Carismas’ e participação do grupo Laudate. Estas são, segundo o padre Pedro Manuel, vigílias “estrategicamente marcadas” com vista a terem uma “abrangência vicarial”. Faro é no entanto a única vigararia algarvia que não está contemplada por ter tido várias vigílias de oração vocacionais nos últimos anos.