A estas duas vertentes junta-se agora uma terceira – a família. Assim, no Programa Diocesano deste ano é apontada também como “meta a atingir”, para além da intenção de “dar continuidade à sensibilização para a oração e promoção das vocações ao sacerdócio ministerial e à vida de especial consagração religiosa e secular”, a de “apresentar e acentuar a dimensão vocacional do matrimónio e valorizar a família enquanto Igreja doméstica que se alimenta, apoia e revê na Eucaristia, se abre à missão e é geradora de vocações de consagração”. Também entre os objectivos enumerados conta-se ainda a intenção de “continuar a formar para a centralidade da Eucaristia, acentuando, de modo particular, a sua vertente de dom para a missão, donde brotam os ministérios da caridade e do anúncio profético” e de “apresentar Maria sob o ângulo de mulher da caridade e da missão, enquanto serva da Palavra, Mãe e mensageira de Cristo”.