E ao falarmos de ferias, vem-nos à mente os muitos milhares de portugueses que não só gozam férias como até se encontram sem trabalho. Esta é, sem dúvida, uma daquelas qualidades que mais deveria preocupar os nossos governantes… Mas voltando às férias e aqueles que as gozam, é bom que sejam passadas com o máximo aproveitamento para retemperar energias, revigorar tanto o corpo como o espírito. É tempo para conviver, ler, viajar, descansar na praia ou no campo, um encontro favorável com a natureza, com toda a criação… É tempo para nós, cristãos, poder-mos, com mais calma, rezar, meditar e contemplar… Contudo, convêm atentar num fenómeno que, nos últimos anos, está a acontecer em Portugal, no que diz respeito às férias e aos custos que as mesmas comportam. Refiro-me às famílias que, alem dos créditos que já suportam na compra de casa, do carro, não hesitam em endividar-se ainda mais, recorrendo em empréstimo especial para as férias. A isto chama-se não saber planificar as férias consoante as capacidades financeiras da família. É preciso não esquecer que viver e gastar acima das possibilidades de cada um, é comprometer o futuro. Por isso, os especialistas na matéria recomendam a todos que ponderem a questão e resolvam da melhor maneira o problema para aproveitarem com alegria e boa disposição as férias afim de regressarem aos afazeres do dia a dia com forças e ânimo para levarem adiante todos os desafios da labuta diária.