Cesariano Martins, um dos peregrinos e impulsionador da iniciativa, garantiu que a ideia partiu do prior da Fuseta e de Moncarapacho e sublinhou que a peregrinação foi apenas uma "manifestação de fé", reconhecendo não haver mais participantes porque "não houve muito tempo para divulgação", pois a ideia surgiu já tardiamente. Sónia Gomes, outra das entusiastas do grupo, associou a actividade ao lema do Programa Pastoral da diocese algarvia para os próximos dois anos. "Já que a ideia é peregrinar com Maria, aproveitamos e fazemos mesmo uma peregrinação com Nossa Senhora", elucidou, fazendo outra analogia. "Como tantos peregrinos que vão em peregrinação até Fátima, percorrendo tantas centenas de quilómetros a pé até ao santuário, nós, com o mesmo sentimento, pusemo-nos também ao caminho, embora percorrendo um percurso muito inferior", justificou. O regresso a casa foi feito num dos dois autocarros da Fuseta que se deslocaram a Faro, já na companhia dos restantes elementos que não puderam ou quiseram aderir à peregrinação pedonal.