Segundo revelações da Directora Geral da Fortaleza de Sagres, Ana Carvalho Dias, durante os trabalhos de picagem das paredes, traçou-se o perfil de que «se trata de uma construção em pedra, com poucas alterações, ao longo de mais de quinhentos anos, tendo sido acrescentadas posteriormente a torre sineira — exterior ao templo — e a sacristia.» Os trabalhos, para além da picagem exterior das paredes, comportam a rebocagem à base de argamassa, areias e cal, bem como a caiação respectiva e no que respeita à intervenção interior prevê-se a colocação de talha, vitrais e imagens.