A solução passou pela realização de uma drenagem (rebaixamento do solo) que permite agora a circulação de ar por baixo do pavimento, que será aquecido sempre que necessário. Foi ainda colocado isolamento com aquecimento e uma manta geotextil, bem como a montagem de um piso radiante. No tecto, o restauro passou pela injecção de um produto próprio nas fissuras. O arranjo custou cerca de 500 mil euros e foi comparticipado em 60 por cento pela CCDR, 20 por cento pela Câmara e o restante ficou a cargo da paróquia. A quarta e última fase da intervenção compreenderá o restauro do retábulo. A inauguração e bênção das obras ocorrem dia 27 pelas 19 horas.