Segundo explicou o Bispo diocesano à FOLHA DO DOMINGO, a superiora geral da congregação das Missionárias Reparadoras do Sagrado Coração de Jesus, a que pertencem as religiosas, “preferiu deixar temporariamente o Algarve sem uma irmã que colabore na estruturação da catequese”. “Segundo aquela responsável, Portalegre-Castelo Branco precisa mais da presença da congregação para reestruturação e organização da catequese”, disse D. Manuel Quintas, que destacou ainda o facto de aquela congregação religiosa não ter querido deixar de responder ao apelo que, a nível nacional, lhe foi apresentado. O Bispo diocesano agradeceu ainda em nome da diocese do Algarve Diocese pela colaboração das irmãs que, segundo o Prelado, “tem constituído um serviço importante” para a Igreja algarvia e espera que esta interrupção seja provisória”. Ao que a FOLHA DO DOMINGO apurou, este ano pastoral que tem início já no próximo mês de Outubro, não deverá contar com a colaboração de qualquer religiosa da congregação para o sector da catequese. No entanto, a diocese está já a ultimar a constituição de uma equipa diocesana que possa levar por diante a coordenação e organização daquele serviço.