A Eucaristia, celebrada com as crianças, pais, funcionários e antigos utentes do Jardim Infantil, foi também participada por muitos amigos e paroquianos. Na sua homilia, D. Manuel Quintas ao referir o Evangelho, comparou a atitude de Jesus ao trabalho realizado com o Jardim Infantil pelo padre Domingos da Costa, pároco da Mexilhoeira-Grande. Também Jesus «naquele tempo a olhar para a multidão… sentiu pena delas… é como se Ele fosse o pastor e elas as ovelhas», comparou. «Há 25 anos, o padre Domingos teve esta ideia para acolher os meninos da Mexilhoeira, para que pudessem passar o dia juntos e, hoje são tantos», concretizou o Prelado. Referiu ainda que «um padre, antes de qualquer coisa, é um pastor». «A sua primeira preocupação são as pessoas». Com isto fez ainda o apelo de que a diocese do Algarve precisa de trabalhadores para a messe. «Precisamos de continuadores dos apóstolos. Jovens, rapazes e raparigas que consagrem a sua vida a Deus, pois também nós nos sentimos como ovelhas sem pastor», disse. A homilia foi concluída com um testemunho, lido pelo padre Domingos da Costa, de um antigo aluno do Jardim Infantil, que neste momento é noviço da Companhia de Jesus. No final da Eucaristia seguiu-se a procissão pelas ruas da Aldeia de São José de Alcalar com os andores de São José, padroeiro da Aldeia, e do Anjo da Guarda, padroeiro do Jardim Infantil. Por fim, D. Manuel Quintas e o presidente da Câmara Municipal de Portimão, Manuel da Luz descerraram a lápide comemorativa dos 25 anos do Jardim Infantil. A festa continuou com música e exposições de trabalhos sobre o Jardim Infantil.