A iniciativa, promovida pela equipa diocesana daquele movimento, contou com a participação de 27 jovens, oriundos das paróquias de Alcantarilha, Aljezur, Bensafrim, Boliqueime, Ferreiras, Conceição de Faro, Fuseta, Lagoa, Quarteira, Luz de Lagos, Quelfes e São Pedro de Faro. Ao longo dos três dias, os jovens foram descobrindo a pessoa de Jesus Cristo e quase todos manifestaram essa descoberta no último dia à noite, no encerramento do encontro que decorreu nas instalações da paróquia das Ferreiras. “Andava muito longe de Jesus, mas agora reencontrei-O”, confidenciava um dos participantes. Também no encerramento do Convívio Fraterno, o padre José Manuel Pacheco, a acompanhar um dos jovens convivas com o qual tem trabalhado por via da colaboração que exerce com algumas das comunidades da vigararia de Lagos, aconselhou as paróquias algarvias a “abrir o coração aos jovens”. E recordando uma frase conhecida lembrou que “a Igreja será mais jovem quando os jovens forem mais Igreja”. O padre Carlos de Aquino, um dos sacerdotes membros da equipa dos Convívios Fraternos, também usou da palavra para dirigir-se directamente aos novos convivas. “O vosso projecto de felicidade é Jesus Cristo. Por isso buscai a Cristo e nunca ficareis desiludidos”, afirmou. O Bispo diocesano que presidiu à Eucaristia de encerramento deixou também na sua homilia alguns apelos. D. Manuel Neto Quintas começou por recordara os jovens que “a vocação à santidade é para todos”. Na sua intervenção o Bispo do Algarve convidou ainda os convivas a estarem presentes na Vigília de Encerramento do Lausperene Diocesano e lançou um apelo vocacional. “Não tenhais medo se Deus vos convidar a entregarem-se totalmente a Ele. Recordando o Papa Bento XVI na homilia de início do seu pontificado, o Prelado salientou que “pode parecer que Deus pede tudo mas não é verdade, pois Ele dá tudo”. “Precisamos do vosso testemunho de jovens, das vossas inquietações, da vossa generosidade”, garantiu o D. Manuel Quintas. O encerramento do CF 989 ficou ainda marcado pela despedida do João Cabral, até agora o elemento mais antigo da equipa diocesana. Recorde-se que o João Cabral esteve 18 anos a colaborar com o movimento, fazendo parte da hsitória dos Convívios Fraternos no Algarve.