O agora leitor considerou que na “mobilização das pessoas é reflectida de maneira plena aquilo que é a missão da Igreja no serviço dos padres: chamar e acolher aqueles que quer para o seu serviço” Por outro lado, os seminaristas instituídos consideram que o empenho da comunidade diocesana algarvia é a confirmação de que a Igreja os quer ao seu serviço. Flávio Martins reconheceu que “estar a dar este passo é sentir que o sacerdócio se aproxima e que, cada vez mais, aumenta a responsabilidade da decisão” que tem de tomar. No entanto realça que, todo o “apoio” não é encarado como “pressão”. “Significa uma diocese que está connosco e nos acarinha e acaba por ser um sinal do Senhor a dizer que não estamos sós, pois temos uma Igreja que reza e está em comunhão connosco”, justificou. “A vivência destes ministérios, apesar de toda esta envolvência que nos deixa felizes e ainda mais entusiasmados para continuar a caminhar, só tem sentido quando olhamos com vista à entrega da nossa vida ao sacerdócio”, acrescentou ainda Pedro Manuel.