Quinta-feira 19 de Setembro de 2019
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MORRER PELA FÉ

Analfabeto, pobre, sustentando a família com o seu trabalho incerto (trabalhos de vime, cuidados de cavalos e mulas…), estabelece-se em Barbastro, casa-se religiosamente e abraça a Fé Cristã, exercendo um enorme e constante apostolado entre a comunidade cigana e uma vida exemplar de sentido evangélico como no acolher a tratar, do tuberculoso encontrado à beira da estrada, nos tempos (anos 20) em que esta doença e o seu contágio eram terríveis e levando-o até à recuperação para sua casa. Tornou-se Irmão Franciscano Terceiro, defende os sacerdotes quando eram conduzidos para a cadeia ou para a morte a quando da Guerra Civil e quando instado a deixar de rezar em público e a trocar a sua liberdade pela entrega do terço recusa-o totalmente. Um mártir do Século XX este nosso irmão cigano cuja vida é um testemunho que como «são grandes os desígnios do Senhor». Como diz o padre Amadeu Dias Ferreira, no jornal trimestral «a caravana»: «Figuras como o Beato Zeferino são para nós um sinal de esperança, neste tempo complexo e confuso que atravessamos. Seguindo o seu exemplo, ciganos e não ciganos poderão renovar-se e contribuir para a renovação da sociedade».

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