Filhos que todos o somos do mesmo Pai que está nos Céus e nos criou à Sua imagem e semelhança, por isso nos dirigimos com plena crença "Pai Nosso" são mais, indubitavelmente as pontes que nos unem do que as barreiras que nos separam. Não enjeitamos os conflitos, as separações e os distanciamentos havidos em fases várias destes mais de dois mil anos de História. São realidades que assumimos e pelas culpas que nos possam tocar, como esse sempre lembrado Papa João Paulo II, num gesto único e imorredouro o fez em nome de todos nós, pedimos o perdão aos nossos Irmãos e o coração aberto e as mãos unidas para prosseguirmos o diálogo na crença em um só Deus. Talvez que, em nenhum outro momento da História do homem sobre a Terra, este seja o momento mais em que existe maior necessidade que tal aconteça e que, embora trilhando avenidas várias estas sejam plenamente conducentes à centralidade de Deus. Que o Senhor Pai de Misericórdia e de Amor atenda estas súplicas a que o Oitavário pela Unidade dos Cristãos se destina de modo próprio e nos ilumine a praticar um ecumenismo de actos e de abertura de novos caminhos!