Na realidade José, descendente do Rei David, esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria e Pai Adoptivo de Jesus Cristo, que à terra veio redimir no Sacrifício da Cruz, a Humanidade, envolve-nos a todos também nesse mesmo sentido de paternidade assumida e reafirmada pelas mensagens celestiais. Porque o judeu, que foi carpinteiro em Nazaré, que viu na noite primeira, o Menino Deus, que emigrou para o Egipto, na pujança de um drama que cada dia parece assumir maior acuidade, que foi o esposo querido da Virgem Nossa Mãe eleita na saudação angelical "Avé Maria…", que sustentou o Redentor com o seu trabalho árduo e os suor do seu rosto, que foi o educador de eleição nessa igreja – escola que todo o lar deve constituir, assume em plenitude o carisma emblemático e significativo do ser Pai. Nestes tempos que correm, ao desfolharmos as páginas de qualquer diário, somos confrontados com questões múltiplas relacionadas com a missão paterna, suas responsabilidades e deveres, seus dividendos espirituais e alegrias e tristezas dessa missão, que pudemos classificar de sagrada, confiada por Deus ao homem. Por isso, neste "Dia do Pai", ao invocarmos em veneração a excelsa figura do Varão São José, ao recordamos o sempre lembrado e saudoso pai que houvemos, pedimos a Deus Pai por todos os pais do Mundo e que eles sejam dignos dessa tarefa que lhes foi confiada.