E também o pico alto da ocupação turística com muitas e muitas centenas de milhares de turistas, de dezenas de nacionalidades e um destaque próprio (mais de 40%) para os de origem britânica. A nós, aos residentes nesta Diocese (então Ossónoba), que o é, com presença marcada na História da Igreja, desde muito antes do Concílio de Elvira (Séc. IV D.C.), esta «invasão pacífica», sem dúvida um dos fenómenos maiores do nosso tempo, o turismo, também ele causa alterações do ritmo normal, com aspectos positivos maiores e alguns negativos, como de todos é conhecido. Importa, aqui como em tudo na vida, assumirmos a nossa posição de cristãos e considerarmos esta actividade geradora de postos de trabalho e fomentador de meios de mais valia económica, como um desafio em colocarmos em prática os princípios evangélicos em que acreditamos e os revivificarmos à luz das situações que o quotidiano nos apresenta. Antes de mais e como primeiro gesto fraterno (recorda-nos a mente os bíblicos e referenciais acolhimentos de Santa Isabel à Virgem Maria ou de como Marta e Maria, irmãs de Lázaro, recebiam o então «Peregrino de um Mandamento Novo», Jesus de Nazaré) hemos que haver uma hospitaleira, fraterna e generosa hospitalidade para os que vêm em gozo de merecidas férias no nosso Algarve. Depois e isso acontece desde o gesto primeiro sermos evangelização, respeitando as diferenças mas assumindo com plena dignidade e constante actualidade a nossa Fé. Neste sentido e com este espírito pedimos a Deus que nos faça no Verão Turístico que acontece, uma vez mais na Terra Algarvia, evangelizadores da sua Mensagem de Amor, de Paz e de Fraternidade!