Sob a presidência do Bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, esta primeira sessão serviu sobretudo para formalizar a tomada de posse, conferida pelo Bispo diocesano, assim como o compromisso dos novos membros do CPDA, após a oração inicial com que se iniciou a manhã. Procedeu-se igualmente à eleição da Comissão Permanente do CPDA, tendo sido eleito secretário geral, o padre Joaquim Nunes, e, como representantes dos sacerdotes, religiosos e leigos, o padre Mário de Sousa, o diácono Luís Galante, a irmã Leonor Bernardino, Carlos Oliveira, Albino Martins, Filomena Calão e Jorge Russo. Nesta primeira sessão trabalhos do CPDA fez-se ainda o estudo e análise da realidade diocesana à luz de dois documentos: o discurso de Bento XVI aos Bispos portugueses aquando da sua última visita “Ad limina”, em Novembro passado, e um documento de D. António Marcelino, Bispo Emérito de Aveiro, intitulado “2008: Igreja em Portugal, Ver e reflectir para agir”, acerca das implicações daquele discurso. A partir da reflexão em grupos foram apresentadas sugestões em ordem à vida e acção da Igreja diocesana. Recorde-se que, de acordo com os seus estatutos, compete ao CPDA “Estudar a realidade social e eclesial da diocese, para que se conheça mais adequadamente os destinatários e o modo de se promover e concretizar a acção pastoral da Igreja diocesana”; “Propor ao Bispo diocesano as questões que sejam consideradas úteis quanto à planificação, organização, coordenação e avaliação de toda a acção pastoral diocesana”; “Participar na elaboração do projecto pastoral diocesano e na definição das suas linhas inspiradoras, que devem ser tidas em conta por todos na planificação e acção pastoral”; “Sugerir propostas operativas, propondo critérios, estabelecendo prioridades, indicando instrumentos, métodos e meios adequados à concretização das acções programadas”; “Favorecer e concretizar a corresponsabilidade pastoral, proporcionando o encontro, o diálogo e a complementaridade dos diversos membros do Povo de Deus, que trabalham na acção pastoral, quer a título pessoal, quer enquanto representantes de grupos”; e “Avaliar as diversas acções levadas a cabo e discernir sobre os critérios evangélicos que norteiam os projectos”.