Segunda-feira 19 de Agosto de 2019
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Novos párocos em Cacela, Cachopo, Martinlongo, Vaqueiros e Silves

O sacerdote de 43 anos substituiu o padre António Araújo de Sousa que presidia aos destinos daquela comunidade do Sotavento algarvio há 38 anos. Na homilia, D. Manuel Quintas, depois de se referir à vocação e missão do pároco como ministério presbiteral para a Igreja, agradeceu ao pároco cessante pelo empenho e trabalho realizado em prol da comunidade de Cacela ao longo de todos estes anos e congratulou-se pela disponibilidade apresentada pelo novo pároco, desejando-lhe as maiores felicidades no decurso do desempenho das suas novas funções pastorais. Recorde-se que o padre Leandro Garcês, sacerdote da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus (dehonianos) veio trabalhar na diocese do Algarve no decorrer do passado ano pastoral, por forma a contribuir no trabalho confiado aos sacerdotes da comunidade dehoniana, responsáveis pelas paróquias de Azinhal, Castro Marim, Monte Gordo, Odeleite e Vila Real de Santo António. O padre António Araújo de Sousa continuará agora a desempenhar funções somente como pároco da comunidade da Conceição de Tavira. Para além do pároco cessante, a celebração foi ainda concelebrada pelos padres Manuel Barbosa, Superior Provincial dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus (dehonianos) e presidente da CIRP – Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal e Paulo Coelho, também sacerdote da mesma congregação. O padre Francisco Ferreny Boncompte, de 49 anos, tomou posse no passado dia 28 de Agosto como pároco de Cachopo, Martinlongo e Vaqueiros em três Celebrações Eucarísticas presididas também pelo Bispo do Algarve. O sacerdote substituiu assim o padre Carlos de Aquino que vinha desempenhando funções como pároco das três comunidades há 3 anos e que, por sua vez, foi empossado como pároco de Silves no passado domingo, dia 4 de Setembro. A primeira das três celebrações teve lugar na igreja paroquial de Vaqueiros, pelas 10 horas, seguindo-se Martinlongo e Cachopo, respectivamente às 12 e 15 horas. Na homilia, o Bispo do Algarve, depois de se referir à missão do pároco como serviço, agradeceu ao pároco cessante pelo empenho e trabalho realizado em prol da comunidade daquelas três comunidades paroquiais do Nordeste algarvio ao longo destes últimos anos e congratulou-se pela disponibilidade apresentada pelo novo pároco, desejando-lhe as maiores felicidades no decurso do desempenho das suas novas funções pastorais. Recorde-se que o padre Francisco Ferreny Boncompte, sacerdote da Fraternidade da Mãe de Deus, já tinha a seu cargo, desde o ano passado, as paróquias vizinhas de Giões, Pereiro e Alcoutim, ficando agora com a responsabilidade de presidir aos destinos das seis comunidades que compõem o Nordeste algarvio. Em Silves, D. Manuel Neto Quintas que conferiu posse ao padre Carlos de Aquino referiu que o facto de o sacerdote assumir funções como pároco numa comunidade mais perto de Faro, permitir-lhe-á corresponder melhor aos serviços que a diocese lhe irá continuar a pedir ao nível da pastoral juvenil, litúrgica e sócio-caritativa. O padre Carlos de Aquino, de 36 anos, substituiu o padre Firmino Ferro que esteve 16 anos à frente da paróquia de Silves e que, no decorrer do ano pastoral passado, foi designado, pelo Bispo diocesano, para o desempenho das funções de vigário-geral, que com ele directamente colabora na orientação da diocese. Também em Silves, D. Manuel Neto Quintas apresentou a Deus acção de graças pela disponibilidade interior dos dois presbíteros, o pároco cessante e o pároco empossado. A celebração da Eucaristia, pelas 10.15 horas, foi ainda concelebrada, para além do pároco cessante, pelo cónego monsenhor Sezinando Rosa e pelos padres Armando Amâncio e Dinis Faísca. Em todas as tomadas de posse o Bispo diocesano sublinhou sempre que “a primeira missão do sacerdote na Igreja é de anunciar o Evangelho”. O sacerdote deverá ainda procurar com “que a celebração da Eucaristia seja o centro da sua vida e da comunidade”, lembrou o Prelado. Aos paroquianos de cada novo pároco pediu que o recebam “como seu legítimo pastor e auxiliem-no no bom desempenho da sua missão pastoral”.

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