O reitor da instituição assegura que, com os trabalhos que estão a decorrer, “a parte antiga do edifício ficará completamente restaurada”. Até ao momento foram gastos 125 mil euros, mas as necessidades não se ficam por aqui. Dentro de algum tempo, toda a estrutura do telhado terá de ser removida e substituida por uma nova, um trabalho que deverá ascender aos 750 mil euros. O padre Mário de Sousa refere que até ao momento não houve qualquer apoio do Estado, mas adverte que a obra do telhado é muito cara e por isso os apoios governamentais serão benvindos. Até porque “a obra não se pode feita por fases. Tecnicamente, tem de se começar e acabar”, explica, referindo que existem projectos há 2 anos a concurso, mas nunca houve qualquer resposta do Governo central. “Vamos avançando com as possibilidades que temos, uma vez que o Seminário vive de donativos e das rendas de algum património que tem”, justifica o reitor explicando que “o Seminário tem procurado rentabilizar o património que possui, e que estava um bocadinho abandonado”, para ter capacidade para fazer estas obras.