“Uma vez que as pessoas têm-me aceite tão bem tem sido mais fácil lidar com estas dificuldades. Têm muito pacientes comigo quando falo português com muitos erros e até em relação à comida, perguntando-me sempre o que gosto ou não gosto”, testemunha o sacerdote. À comunidade paroquial onde se encontra também tece alguns elogios. “Tem-se interessado por mim e tem-me apoiado e ajudado a corrigir os meus erros e isso tem sido muito bom para mim”, reconhece.