Segundo o pároco, padre António da Rocha, o processo arrasta-se há cerca de 10 anos sem que tenha havido qualquer resposta por parte da autarquia. “Disseram-nos que iriam estudar o assunto e que nos responderiam oportunamente, mas não tem sido dada qualquer resposta às diligências que temos feito”, garante o sacerdote, reconhecendo que “a situação do terreno é ambígua, na medida em que há interesses vários nele”. A comunidade paroquial pensou inicialmente construir ali um refeitório social com alguns espaços para sem-abrigo e passantes, mas mudou de ideias. De acordo com o pároco, “até por incentivo da Câmara, pensámos no apoio aos idosos”.