Na celebração da Eucaristia de acção de graças, a que presidiu no passado domingo, lembrou que continua a assumir todos os dias os votos que professou há 35 anos atrás. “É o Espírito Santo que me vai dando essa alegria e sabedoria”, disse. O padre Luís Rocha e Melo, sacerdote jesuíta, um dos muitos presbíteros presentes (da diocese do Algarve e não só) que concelebraram a Eucaristia, lembrou os tempos, logo após a ordenação do padre Arsénio da Silva, quando este rumou ao Algarve e se fez estivador, acarretando caixotes de peixe aos ombros, para se puder sustentar. “Cheguei a celebrar com ele num barracão para os lados do porto de pesca”, afirmou o sacerdote que recordou que a actual igreja de Nossa Senhora do Amparo não existia. “Ela existe hoje graças aos esforços e dedicação do padre Arsénio”, complementou, acrescentando também a edificação do Centro Paroquial e Social, quase terminada, levada a cabo pelo pároco homenageado. Após a celebração da Eucaristia, igualmente concelebrada pelo vigário-geral em representação do Bispo do Algarve, o padre Firmino Ferro, realizou-se a procissão com a imagem de Nossa Senhora do Amparo, percorrendo algumas artérias junto da Quinta do Amparo, tendo terminado no Centro Paroquial e Social, onde decorreu um jantar-convívio. Presente esteve ainda uma delegação de Famalicão, terra natal do padre Arsénio da Silva. Também durante a ocasião foi apresentada a nova publicação do presbítero homenageado, intitulada ‘Flashes do Itinerário de um Jesuíta’. Patente esteve também uma exposição fotográfica e documental intitulada “O jesuíta e os jesuítas” no auditório do Centro Paroquial sobre os 50 anos de jesuíta do padre Arsénio da Silva, realizada pelo sacerdote em colaboração com 3 jovens da paróquia.