Fazemo-lo consciente e deliberadamente, com a liberdade de opção que o Senhor concedeu ao Homem, porque acreditamos naquilo que proferimos, não como palavras e apenas e só palavras, mas porque neles nos interiorizarmos e aceitamos, tal como o fazemos em relação aos "Mandamentos da Lei de Deus", na revelação a Moisés e na Doutrina de Amor Comungante, de Fraterna Solidariedade e de Paz entre todos os Homens que Jesus Cristo veio dar testemunho, na maior revolução de sempre acontecida. Somos pelo perdão e pela caridade, reconhecendo, como em especial o fazemos no Sacramento da Reconciliação ou durante a Eucaristia, todas as faltas que cometemos ao que são os grandes ideais a que aderimos, sem extremismos de dedo condenatório apontado aos outros homens nossos irmãos porque filhos do mesmo Pai que está nos Céus, mas pedindo, também por eles, o perdão misericordioso de Deus. Por isso e para isso desejamos e oramos ao Senhor que a todos nos ilumine e nos inspire, pela acção do Divino Espírito Santo, num esclarecimento pleno em relação ao que fazer e o que fazer assumindo uma posição consciente, honesta, livre e de acordo com a dignidade da vida humana, criada, como já o afirmamos no nosso crer, "à Sua imagem e semelhança", no referendo a que somos chamados no dia 11 de Fevereiro, ou seja no NÃO à cultura da morte.