A procissão, uma das maiores do Algarve, saiu da igreja da Misericórdia, pelas 21.30 horas, aberta por um friso de tochas, seguindo-se a matraca, cujo som áspero que se ouve ao longe, simboliza as ondas de ódio amontoadas pelos Judeus em torno de Cristo. A certa distância o guião ladeado por duas lanternas e alguns metros desviada, a iniciar as alas os balandraus com tochas, a cruz com o lençol pendurado. Entre as alas, o tumbinho carregando o Corpo de Cristo, debaixo do pálio e os três andores de Nossa Senhora, Maria Madalena e o apóstolo São João. Integraram a procissão, as entidades oficiais e representantes de várias instituições entre as quais o presidente da Câmara Municipal de Faro, José Apolinário, os presidentes da Juntas de Freguesia da cidade, para além do reitor do Seminário de Faro, o padre Mário de Sousa. Foi ainda participante no cortejo processional o grupo de seminaristas da diocese do Algarve.