São factos que, a todos os residentes nesta Região nos importam, face ao carácter transversal da mais importante actividade económica regional e aos quais não nos pude-mos nem, devemos alhear. Mas proporcionam-nos também o ensejo para nos colocar perante a actualíssima e premente interrogação: e no plano espiritual, no sentido evangélico, na recepção e convívio aos e com os nossos irmãos vindos de outras paragens para passarem as suas férias, entre nós, qual foi o saldo? Será que o espírito cristão, que seguindo o conselho de Maria, fizemos tudo o que Ele nos mandou e ensinou? Que aproveitámos esta oportunidade para dar testemunho do testemunho evangélico de Cristo? Muito provavelmente, numa grande maioria dos casos, a presença destes milhões de turistas, nossos irmãos porque filhos do mesmo Pai Criador e que respiram o mesmo oxigénio que nós, traduziu-se numa indiferença, num aborrecimento em situações múltiplas pela invasão de áreas que no quotidiano do resto do ano são nossa exclusiva pertença e nos ficarmos, a quando da Celebração eucarística, no momento do “Saudai-vos”, uma saudação normal… e pouco mais do que isso. O Verão está passado, outros Verões, a Deus querer, hão-de vir – Que o Divino Espírito Santo nos inspire no cumprimento aos nossos deveres cristãos!