«É preciso olharmos para nós mesmos, para o mundo que nos rodeia, à luz da nossa própria fé, sabendo ler com o olhar da fé estes sinais que acontecem à nossa volta. Não como quem se põe, de fora, a contemplar, mas como quem se mete por dentro com gestos fraternos e generosos de solidariedade, pois penso que ninguém pode se sentir indiferente diante desta calamidade», afirmou. D. Manuel Neto Quintas lembrou que «quem tudo perdeu, de tudo precisa». «Como Igreja diocesana, queremos responder, por um lado aos apelos que o Papa fez, e por outro, a estes clamores que nos chegam destes nossos irmãos pertencentes aos países vitimados, por isso, – afirmou o Bispo diocesano – quer a nível pessoal, quer a nível das nossas paróquias, através da Cáritas Diocesana, vamos partilhar o pouco ou o muito que temos com aqueles que nada têm». «É alguém que precisa», recordou o Prelado, salientando que «não interessa se fala a nossa língua, se pertence à nossa religião, à nossa raça ou à nossa cultura».