Actualmente colaboram na catequese, na liturgia, na leccionação da disciplina de EMRC – Educação Moral e Religiosa Católica (no 1º, 2º e 3º ciclos) e na pastoral sócio-caritativa. A irmã Leonilde Silva, a superiora da comunidade composta hoje por mais duas religiosas, as irmãs Rosa e Esperança, faz uma avaliação positiva destes 16 anos de trabalho. "Os frutos virão quando vierem", refere, acrescentando que "a comunidade de Silves está com ‘pernas para andar’". "Pelo menos as crianças na catequese aumentaram, as escolas também ganharam um novo dinamismo, mas sentimos que, mais que aquilo que fazemos, é o que somos e a maneira como estamos que conta", justifica a consagrada. "Os miúdos na escola têm-me perguntado como fazem para vir para a catequese. E não só crianças. Tem acontecido também com adultos e jovens que tinham andado na Igreja e deixaram. Não sei a que é que isto se deve, mas acredito muito na força secreta da oração na vida das pessoas. É o Espírito de Deus que vai trabalhando", complementa. Sobre o sacerdote, a irmã Leonilde Silva sublinha que "todos sabem os dons que ele tem". "Destaca-se muito a vertente litúrgica e o acolhimento que ele faz às pessoas quando o procuram para os sacramentos", realça a religiosa.