Sagres foi, desta vez, o local escolhido para tão aprazível dia de recreio, convívio e, como não podia deixar de ser entre religiosos, dia também “alimento espiritual”. Desde cedo, as religiosas de mais longe iniciaram uma longa viagem que para as de mais longe começou logo às 6.30 horas da manhã. Passando pela capela de Guadalupe e pela igreja da Vila do Bispo, chegaram, cerca das 11 horas, à igreja de Sagres. Ali, os religiosos (3 Redentoristas e um sacerdote do Coração de Maria, – por sinal o pároco de Sagres e Vila do Bispo) e alguns membros da comunidade cristã de Sagres já esperavam as religiosas que eram cerca de 3 dezenas. A Eucaristia, própria do dia de São Marcos, Apóstolo, foi o centro deste dia de “passeio espiritual”. A mensagem da liturgia convidava os religiosos a reafirmarem a sua fidelidade ao seguimento de Cristo, nas sendas de São Marcos e a sentirem a alegria da sua vocação que os leva a ser hoje “arautos do Evangelho” pelo anúncio e pelo testemunho concreto das vidas doadas como pessoas conscientes de que “Jesus não lhes tira nada, mas lhes doa tudo” como referiu o novo Papa Bento XVI aos jovens, na sua homilia da Eucaristia inaugural do seu ministério. Esta celebração com a comunidade cristã constituiu também, para aquela, um testemunho e uma fonte de descoberta da beleza e valor da vida consagrada. Após a Eucaristia seguiu-se o almoço convívio num restaurante situado mesmo frente ao Porto de Sagres, o­nde a vista para o mar era fabulosa. Passando depois pela Fortaleza de Sagres e Cabo São Vicente (locais de visita “obrigatória” para quem se desloca ao local o­nde “a terra acaba e o mar começa”), o grupo de religiosos terminou o seu dia com um encontro de avaliação e programação do novo ano. Depois de ter escutado os participantes, o Secretariado Diocesano da FNIRF concluiu que «este ano foi positiva e fecunda para os que nela participaram», mas «é necessário chegar aos religiosos que ainda não participam nas actividades e motivá-los para tal». A marcação de datas que sejam conformes à actividades dos religiosos foi considerado o «elemento principal» para facilitar a participação de todos, sendo os feriados considerados os mais privilegiados para tal. «Vale a pena consagrar-se pelo Reino para que o nosso sim faça os outros felizes», concluiram.